La práctica de la amistad como insurrección a la biopolítica neoliberal

The exercize of friendship as an insurrection against neoliberal biopolitics

Contenido principal del artículo

David Pereira
Carlos Roberto Silveira

Resumen

Este ensayo propone problematizar la práctica de la amistad de Michel Foucault como una pieza de resistencia al estilo de vida neoliberal. Por tanto, el texto se organiza a partir de las discusiones producidas por Foucault sobre la amistad como forma de vida y ejercicio político de resistencia a un poder gubernamental, y las discusiones sobre el neoliberalismo en Nascimento da biopolitica. Por tanto, busca, con la ayuda de los comentaristas de la obra de Foucault, en primer lugar, presentar el neoliberalismo y su principal placer: la competencia. A continuación, presentar la noción de amistad a Foucault en el marco del autocuidado y el epicureísmo, para luego discutir la amistad como práctica política y, como tal, un ejercicio de resistencia al neoliberalismo, como práctica ontológica sobre nosotros mismos, en oposición. al autoemprendimiento y la competencia, y nuestras consideraciones finales, enfatizando los inventos y el arte de la existencia que ofrece la amistad.

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Detalles del artículo

Biografía del autor/a (VER)

Marcelo Vicentin, Universidade São Francisco

Pós-Doutirando em Educação pela Universidade São Francisco (USF)

Doutor e mestre em Educação pela Universidade São Francisco (USF).

Especialista em Mídias na Educação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Licenciado em Pedagogia (Unijá) e Língua Portuguesa (Teresa Martin) , Bacharel em Comunicação Social - Cinema (Faap).

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