Enraizamento de estacas de cajazeira (Spondias mombin L.) em função da aplicação de reguladores vegetais

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Autores

Mario Leno Martins Véras https://orcid.org/0000-0001-5968-4564
Rejane Maria Nunes Mendonça https://orcid.org/0000-0002-2594-6607
Christiane Mendes Cassimiro Ramires https://orcid.org/0000-0002-0751-865X
Vandeilson Lemos de Araújo https://orcid.org/0000-0001-6641-9814
Lucimara Ferreira de Figueredo https://orcid.org/0000-0002-4372-9884
Lunara De Sousa Alves https://orcid.org/0000-0002-5049-7081
Walter Esfrain Pereira https://orcid.org/0000-0003-1085-0191

Resumen

Até o momento não há cultivos comercias de cajazeira no Brasil, sendo os frutos colhidos de plantas em cultivo extrativistas. Uma das causas disso é a falta de um protocolo de propagação desta espécie, pois a cajazeira apresenta baixo percentual de enraizamento de estacas. Sendo assim, técnicas que proporcionem o máximo enraizamento das estacas são de extrema relevância. O trabalho tem por objetivo avaliar o efeito do tratamento da planta matriz com zinco sobre o enraizamento de estacas de cajazeira tratadas com ácido indolbutírico. No experimento foi adotado o delineamento inteiramente casualizado, com 9 tratamentos, em arranjo experimental com níveis pré-determinados para os fatores, pela matriz “Composto Central de Box” referente as concentrações de zinco (0; 5,8; 20; 34,2 e 40 mg L-1) e combinações com as concentrações de ácido indolbultírico (0; 872,35; 3000; 5127,65 e 6000 mg L-1) com 4 repetições, onde cada unidade experimental foi constituída por 12 estacas. A aplicação de zinco em plantas matrizes de cajazeira não apresenta efeito sobre o enraizamento de estacas. A dose de 6000 mg L-1 de ácido indolbutírico proporciona um incremento nas brotações, estacas vivas com calo, no entanto, não influencia no enraizamento.

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