La Educación femenina y propuestas coeducativas (siglos XIX/XX): la Iglesia Católica como mediadora educacional

The female education and coeducational schooling proposals (19th-20th centuries): the Catholic church as an educational mediator

Contenido principal del artículo

Resumen

La coeducación de los sexos, largamente discutida desde finales del siglo XIX en los países europeos, ha tenido poca repercusión en Brasil. Bajo la oposición de la Iglesia Católica, la defendieron los protestantes misioneros aportados aquí a partir de 1870. Tras consolidarse en los países  católicos, la  religión fue  determinante  para las  rutas educacionales, con sólidas bases en los principios de la Iglesia. Portugal y España fueron fieles representantes de ese escenario, donde se observa la estrecha relación entre educación y catolicismo. En cuanto a la coeducación, revestida en algunos segmentos por los principios libertarios, fue limitada por el conservadorismo en vigor hasta el siglo XX.

Palabras clave:

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Detalles del artículo

Biografía del autor/a (VER)

Jane Soares Almeida, Universidade de Sorocaba

Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo. Pesquisadora do CNPQ. Líder do GEHE (Grupo de Estudos em História da Educação) da Universidade de Sorocaba. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba.

Vania Regina Boschetti, Universidade de Sorocaba

Doutora em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo. Pesquisadora do GEHE da Universidade de Sorocaba. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba.

Referencias (VER)

Cambi, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: Editora UNESP, 1999,146.

Costa Araújo, Helena. Pioneiras na Educação: as professoras primárias na viragem do século: percursos e experiências – 1830-1933. Porto: Coleção Memórias da Educação 8; Instituto de Inovação Educacional, 2000.

Constituición de 1876

Di Pierro, Maria Clara. “Evolução recente da educação de pessoas adultas na Espanha”. Educação & Sociedade, ano XXI, no 233 o 72, (2000): 235.
https://doi.org/10.1590/S0101-73302000000300012

Ferrer y Guardia, Francesc. La escuela moderna, 2005, www.antorcha.net/biblioteca_virtual/pedagogia/escuelamoderna/indice.html. Consultado em (07/06/2010).

G Martins, Manuel. O Estado Novo e a Oposição (1933-1974). Rio de Mouro, Ferreira Ed., 2000.

Hobsbawm, Eric. Sobre História, São Paulo Companhia das Letras, 1998.

Manrique Mayorga, Alfredo. La inspeción educativa – siglo y médio de la inspeción educativa em España 1849-1999. Madrid, Santillana, 2000.

Martins, Manuel G. O Estado Novo e a Oposição (1933-1974). Rio de Mouro, Ferreira Editor, 2000.

Pinto, Teresa. Mulheres, Educação e Relações Sociais de Género: uma perspectiva histórica. http://erte.dge.mec.pt/files/@crie/1220024572_04_SACAUSEF_III_31a46.pdf. (12/10/201.5).

Ribeiro, Edméia. Século XIX, “mulheres, discursos e representações femininas em lãs mujeres españolas, portuguesas y americanas”. En Anais Eletrônicos do X Encontro Internacional da ANPHLAC, São Paulo/2012,6/7

San Román, Sonsoles. Las primeras mestras los Orígenes del processo de feminización docente em España. Barcelona, Ariel Practicum, 1998.

Santos Guerra, Miguel Ángel. Coeducar em la escuela por uma enseñanza no sexista y libertadora. Madrid, Grupo Cultural Zero, 1984.

Saviani, Demerval. História das Ideias Pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2008.

Soares Almeida, Jane. Mulher e educação: a paixão pelo possível. São Paulo, Editora da Unesp, 1988.

Soares Almeida, Jane y Boschetti Vania, Regina. Devotas e Instruídas: a educação de meninas e mulheres no Brasil – fragmentos de um passado histórico (1846-1930). Brasil: Unisinos, set/dez 2012.
https://doi.org/10.4013/edu.2012.163.04

Zamboni, Franco. Contra a escola: Ensaio sobre literatura, ensino e Educação Liberal. Campinas: Vide Editorial, 2016.

Citado por: