Educación ambiental comunitaria y la lucha por el agua

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Autores

Bárbara Pelacani https://orcid.org/0000-0001-9349-0632
Anne Kassiadou https://orcid.org/0000-0002-2970-1164
Daniel Renaud Camargo https://orcid.org/0000-0002-4144-712X
Celso Sánchez https://orcid.org/0000-0001-5634-023X
Marcelo Stortti https://orcid.org/0000-0003-1400-9834

Resumen

En este artículo, proponemos reflexionar sobre la educación ambiental que surge del conflicto en torno al proyecto para construir la presa de Guapiaçu, en Cachoeiras de Macacu, Río de Janeiro. Para ello, partimos de la perspectiva de la educación ambiental comunitaria, desarrollada por el Grupo de Estudio de Educación Ambiental desde el Sur, en especial en el encuentro con el Movimiento de Afectados por Represas, en busca de la justicia ambiental. Así, tales reuniones revelan el sesgo necropolítico de este proyecto de “desarrollo” que choca con los agricultores y con la vida de este territorio. Por eso, destacamos la educación ambiental comunitaria, tejida a partir del encuentro con las voces y las aguas que fluyen a través de este entorno como una posible forma de enfrentar una necropedagogía que respalda dicha necropolítica.

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