Formación de maestras afrodescendientes: La condición y profesión docente en la Región de los “Inconfidentes”

Training afrodescendant women teachers. Condition and teaching profession in the inconfidentes region

Contenido principal del artículo

Jose Rubens Lima Jardilino
Margareth Diniz

Resumen

Este artículo presenta reflexiones sobre las trayectorias de maestras afrodescendientes en la región de los “inconfidentes” en el estado de Minas Gerais, en el sudeste de Brasil. La investigación fue realizada por medio de narrativas e historias de vida de las maestras rurales a través del método de conversaciones. Se trabajó con las categorías de género y raza teniendo como marco de referencia la cuestión de la construcción de las varias identidades, con las que las maestras están desarrollando sus carreras profesionales. Los resultados han demostrado que los sujetos de la investigación -las maestras de educación básica de la región-, tienen cierta dificultad de incorporación a las identidades de raza y género en sus prácticas educativas y sociales.

Palabras clave:

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Detalles del artículo

Biografía del autor/a (VER)

Jose Rubens Lima Jardilino, Universidad Federal de Ouro Preto

Doutor em Ciências Sociais, y Post-doutorado em Ciências da Educação (UPTC y LAVAL). Professor da Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerias, Brasil – Grupos HISULA - UPTC e Foprofi.

Margareth Diniz, Universidade Federal de Ouro Preto

Doutora em Educação, Professora da Universidade  Federal de Ouro Preto, Minas Gerias, Brasil –Grupo Caleidoscópio.

Referencias (VER)

Assiz, Marta Diniz Paulo. “identidade negra e vozes e espaço educacional: contribuições do multiculturalismo”. Cadernos de Pesquisa. Vol. 34 (2004): 709-724.

Buter, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2003.

Chamon Magda. Trajetória de Feminização do Magistério: ambiguidades e conflitos.Belo Horizonte: Autêntica/FCH-FUMEC, 2005.

Cunha, Renata Cristina. “A pesquisa narrativa: uma estratégia investigativa sobre o ser professor”. V Encontro de pesquisa em Educação da UFPI. Teresina, PI. 2009. Disponível em: http://www.ufpi.br/subsiteFiles/ppged/arquivos/files/eventos/evento2009/GT.2/35_Renata%20Cristina%20da%20Cunha.pdf (Acesso em 03/07/2013).

Diniz, Margareth. “Subjetividade e gênero: incidências no trabalho docente”. In: Professor, profissão em três tempos: gênero, saúde e saber docente.(Org.) Figueiredo, Adriana Maria de ET al. OuroPreto: Ed. UFOP, 2006.

Faria Filho, Luciano Mendes de; Macedo, Elenice Fontoura de Paula. “A feminização do magistério em Minas Gerais (1860-1910): política, legislação e dados estatísticos”. In: III Congresso Brasileiro de História da Educação, 2004, Curitiba - Pr. 2004.

Ferraz, Claudia Itaborahy; Diniz, Margareth. A mulher professora e seus tropeços diante da diferença.Jundiaí: Ed. Paco Editorial, 2014.

Freitas, Maria Teresa Menezes; Fiorentini, Dario. “As possibilidades formativas e investigativas da narrativa em educação matemática”. Horizontes, Vol. 25, No. 1 (2007): 63-71.

Fonseca Marcus; Vinicius. “O predomínio dos negros nas escolas de Minas Gerais do século XIX”. In. Educação e Pesquisa, São Paulo, Vol. 35, No.3 (2009):585-599.

Gatti, Bernardete. A. (coord.); Barreto, Elba de. Sá. Professores do Brasil: impasses e desafios. Brasilia: UNESCO, 2009.

Garcia, Carlos Marcelo. “A identidade docente: constante e desafios”. Trad. Cristina Antunes. Revista Brasileira de Pesquisa sobre Formação Docente. Belo Horizonte, Vol.1, No.1, (2009): 109-131, ago./dez. 2009.

Canguilhem Georges. O Normal e o Patológico. 5ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.

Josso Marie Christine. Experiências de Vida e Formação. São Paulo: Editora Cortez, São Paulo, 2004.

Lima Jardilino, José Rubens. “Educadora, Feminista, Indigenista: LeolindaFigueiredoDaltro, uma “Dama” da educação brasileira no final do século XIX” Revista Historia de la Educación Latinoamericana, Vol. 18, No. 26, enero-junio, (2016): 7-11

Lopes, José Rogério. Os caminhos da identidade nas Ciências Sociais e suas metamorfoses na psicologia social. Psicologia&Sociedade; No. 14 (1): 7-27; jan./jun.(2002): 7-27.

Louro, Guacira Lopes. “Gênero e magistério: identidade, história e representação”. In: Docência, memória e gênero. Estudo sobre formação. (Org.) Catani, Denise et al. São Paulo: Ed. Escrituras, 1997.

Mello, Dilma Maria de. Histórias de subversão do currículo, conflitos e resistências: buscando espaço para a formação do professor na aula de língua inglesa no curso de Letras. 2004. 225f. Tese de Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos de Linguagem – Pontifícia Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.

Neri, Regina. A psicanálise e o feminino: um horizonte da modernidade. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2005.

Nóvoa, Antônio (org.). “O passado e o presente dos professores”. In: Profissão professor. Porto: Porto Editora, 1999.

Nóvoa, António. “Os professores e as histórias de suas vidas”. In: Vidas de professores.(Org.) Nóvoa, António.Porto: Porto Editora, 1995.

Oliveira, Fátima. “Ser negro no Brasil: alcances e limites”. Estudos em debate. Vol.18, No.50. São Paulo Jan./Apr. 2004 in. http://dx.doi.org/10 (Acessado em 14 de junho de 2016).

Oliveira, Eliana de. O processo de produção da profissão docente: profissionalização, prática pedagógica e associativismo dos professores públicos primários em Minas Gerais (1871-1911). Faculdade de Educação Universidade Federal de Minas Gerais. Dissertação de Mestrado, 2011.

Oliveira, Dalila A.; Vieira, Lívia M. F. Trabalho docente naeducação básica no Brasil. Belo Horizonte: GESTRADO/UFMG, 2010. 80 p. Relatório de pesquisa.Disponívelem:http://www.trabalhodocente.net.br

Pedruzzi, Jumara S. A Escola Normal de Ouro Preto: Instituição, sujeitos e Formação Docente (1889-1929).Monografia (Graduação em História), Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2014.

Pedruzzi, JumaraSeraphim. A Escola Normal de Ouro Preto: Instituição e formação docente no contexto educacional mineiro do século XIX (1835-1889).Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2016.

Pereira, Ricardo Pereira. ‘Issonão é próprio de umamocinha’ ou o horror do feminino. In: Professor, profissãoemtrês tempos: gênero, saúde e saber docente. (Org.)Figueredo, Adriana Maria de et al. OuroPreto: Ed. UFOP, 2006.

Rocha, Adair José dos Santos. A educação feminina nos séculos XVIII e XIX: intenções dos bispos para o recolhimento nossa senhora de macaúbas. Faculdade de Educação Universidade Federal de Minas Gerais. Dissertação de Mestrado, Belo Horizonte, 2008.

Rosa, Walquíria Miranda. Instrução pública e profissão docente em Minas Gerais (1825- 1852). (Faculdade de Educação Universidade Federal de Minas Gerais. Dissertação de Mestrado, 2001).

Silva José Gustavo Almeida da Instrução feminina e formação docente: A Escola Normal do Colégio Providência em Mariana (1906-1930). Monografia de Conclusão de Graduação. Licenciatura em História. Universidade Federal de Ouro Preto, 2014.

Scott, Joan Wallach. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade. Porto Alegre, Vol.16, No. 2, jul./dez, 1990. Disponível em: < http://www.direito.mppr.mp.br/arquivos/File/SCOTTJoanGenero.pdf>. (Acesso em: 15 de novembro de 2014).

Souza, Elizeu.Clementino.de (Org.). Autobiografias, História de Vida e Formação: pesquisa e ensino. Salvador/Bahia: EDUNEB - EDIPUCRS, 2006.

Citado por: